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Quem são nossas crianças?

Nossas crianças são expressões diretas da Sabedoria Divina

Essa é a verdade esquecida por nós em outrora que levou a todas as fragmentações dos Decretos de nossa submissão a Terra. Nossos filhos são livres e não propriedades escravizadas de uma sociedade prepotente e egoísta.

Ao concebermos a vida aos nossos filhos, enganados pelos conceitos primitivos iniciamos o processo de rompimento com os laços de suas memórias divinas. Ao contrário do que pensamos, nossos filhos não possuem uma mente que necessita ser formada, ela não é vazia!

Quando olhamos na íris de um bebê, enxergamos energia, vitalidade, inteligência, abundância ... Vida!

RECORDANDO O QUE SOMOS
Infinitos seres espirituais conscientes do poder manifesto a matéria. Ao encarnarmos somos convictos de nossas missões e embora bebê, temos sim um propósito específico. Tudo o que precisamos ao nascer, é de tempo e liberdade para caminharmos no cumprimento de nossa jornada. Tivemos? Não, não fomos agraciados com a liberdade. Fomos encarcerados e espiralados em uma enxurrada de imposições pelo qual desestabilizaram nosso tempo na execução das missões que recebemos do Poder da Criação.

O DECRETO

“Respeitem seus filhos como Mestres da Criação! Ofereçam a eles o espaço e amor de que necessitam, para que descubram suas verdades dentro da natureza de seus ciclos. Não interfiram em suas memórias, não os desconectem do Universo”.

O ERRO DA APARÊNCIA
Corpo é apenas a materialização tátil do espírito! Tanto faz pequeno ou grande, preto ou branco, completo ou não. Nascemos com mais conhecimento, sabedoria, criatividade, amor e poder do que possamos imaginar. Tudo o que necessitamos para relembrar essas verdades, é tempo!

A árvore cresce muito bem sem a nossa ajuda, da mesma forma que uma criança crescerá desde que lhe oferecermos a liberdade para seu desenvolvimento natural.

Já parou para analisar a velocidade que uma criança se adapta ao nosso mundo? Em poucos anos ela aprende o idioma, as habilidades motoras, a autoexpressão e a compreensão dos conceitos e processos que constituem seu ambiente. Se elas continuassem aprendendo nessa velocidade, onde estariam alguns anos depois sem a imposição de uma educação padronizada? E se tivéssemos escolas onde a idade fosse irrelevante e elas pudessem escolher as matérias de interesse? A criança teria o poder desperto pela inclinação natural de aprender o que o seu Eu Superior vibrasse. Seria ela a oferecer a própria avaliação, determinaria qual o caminho favorável à sua curiosidade, paixão e ao seu interesse. Ela teria nas mãos as chaves para cultivar a base que a levaria ao nível de seu intelecto.

Imagine como seria o mundo se nossas crianças tivessem total liberdade e acesso a todas as informações que desejassem desde o seu nascimento? Elas seriam brilhantes e o melhor, nunca perderiam sua diversão, imaginação, independência, ousadia e o senso de felicidade com o mundo ao seu redor - qualidades essenciais aos que realmente aproveitam a vida. Naturalmente estariam inclinadas a procurarem outros irmãos com ideias semelhantes com quem pudessem conversar e Mestres, cujas informações ressoassem em nível profundo de aprendizado. Sim, teríamos uma nova sociedade harmoniosa e próspera - a verdadeira razão as submissões para o que viemos a cumprir neste planeta!

RELEMBRANDO A INFÂNCIA
Relembrar o passado aqui, é apenas para apontar o foco de nosso erro para que possamos “girar ao contrário”. E onde está o nosso erro? Na mente!

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É na mente que está o poder das escolhas, é nela que está a essência do livre arbítrio que determina quem somos, quem tornamos e o que fazemos com nossas vidas. É exatamente nessa parte do cérebro adormecido que devemos trabalhar no acesso e resgate as nossas verdades divinas. São elas que apontarão o caminho de nosso destino, e não ao que desejam que façamos.

Ao relembrarmos quando éramos crianças das privações que recebemos, perfeitamente chegaremos à frente deste acesso. A memória não se apaga, nem a velha (ancestral) e muito menos a contemporânea. A dificuldade do acesso ao passado está no doentio conformismo. Assim, vou ajudar um pouquinho as lembranças...

A intolerância foi a escola de nossa realidade e as imposições à dormência da sabedoria divina. O zelo ou falta dele nos levaram ao silêncio quando nossos genitores ouviram de nós o manifesto de palavras em outros idiomas antes que disséssemos “papai ou mamãe” - deturparam a expressão da memoria ancestral e as classificaram como obsessão. Implantaram o medo nos afastando das águas achando que não sabíamos nadar. Sacrificaram nossas matérias na ânsia do ensinar a andar, quando ainda não suportávamos o peso de nossas massas, simplesmente para sermos os espetáculos para a plateia social. Depois? As mesmas pernas que serviram ao zelo egoísta do ego, foi oferecido o limite e a angustia em nossos corações fragmentados. Escravizaram o livre arbítrio para que finalmente fosse apresentado o dever ao cumprimento das regras ao estado de ... “ser apenas uma criança”.

Por essas regras crescemos na opressão da imponência, levados a rumos sem o direito da escolha. Quando findamos com os compromissos dos ciclos familiares, fomos lançados ao que chamam de maturidade para que no repente, tomássemos as decisões importantes como: saber o que desejaríamos, para onde iríamos ou para quem... Com pouco ou nenhuma experiência, o fardo do que foi imposto coube a nós carregarmos ... “Chegou a sua hora!” Qual o resultado? Alguns abraçaram o poder da inutilidade, outros aliaram-se as imposições escolhendo destinos que não lhes pertenciam, uns findaram com a própria vida e uma minoria tomou posse da vida, porém o tempo foi além das expectativas. Esta foi e ainda é a fonte da dormência mental em todos nós.

Será que esquecemos as noites passamos acordados? O quanto machucaram as frases: “faça o que eu mando”, “você vai, porque é o certo”, “saia daqui agora”, “cale a boca”, "isso não é assunto para criança"... Sem falar das agressões físicas?

Tudo o que estou pedindo é para que reveja o seu passado, e conecte-se com as suas verdades tácitas. Não julgue seus ancestrais, pois tão quanto nós eles também foram vítimas do mesmo sistema consensual.

Compreenda que a cada ciclo apresentado na incorporação humana nesta Terra denota a superação. Isto não significa que sejamos melhores que nossas raízes, significa que superamos as falhas pertinentes.

ACREDITE!
Quando deixamos de manipular a mente de nossas crianças, ganhamos a certeza do valor real ao poder da natureza humana, que é simplesmente a materialização da Sabedoria Divina. Se dermos espaço e porto seguro necessário, elas se desenvolverão perfeitamente.

Ao invés de interferir, devemos respeitar a sabedoria ancestral, a singularidade e independência de nossas crianças, valorizando sua natureza como Filhos do Universo. Devemos zelar nossas crianças, como a Consciência Universal vela por todas as suas criações - respeita e honra o livre arbítrio para que possam escolher do que fazer, e quem eles querem ser.

Oportunize as nossas crianças que elas brilhem como o Sol, porque é isso que elas são! Vieram para mudar todos esses velhos padrões através de suas memorias divinas.

É chegada a hora de darmos liberdade aos nossos filhos para que possamos viver em um Mundo cheio de olhos brilhantes, confiantes, amorosos, caridosos e sábios. Necessitamos relembrar aos nossos corações a inocência da criança que fomos, para que possamos oferecer o porto seguro aos nossos filhos e darmos asas para que voem no infinito de todas as verdades supremas.

Bênçãos Plenas

Última modificação emQuinta, 14 Janeiro 2021 02:56
Simone G. Pedrolli

Guia da ascensão em missão da Luz e dos caminhos a transformação da consciência imantada pelos "Decretos Divinos".

Em Sacerdócio pela tradição sagrada, apenas...
Valvett

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