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O Despertar da Consciência

Despertar é a jornada da limitação à liberdade, a espiral inversa do que sempre existiu ao que foi criado por nós - o caminho estreito e iluminado do inconsciente ao consciente. Temos escolhas? Não, esta via é mão única, não há como voltar atrás! Esta regra faz parte de todos nós, aceitando ou não. O que podemos fazer, é acelerar esse processo para o nosso próprio bem.

Sabemos que os ciclos são desafiadores e árduos, porém a colheita é sublime e segura. Nos leva honrar todos os hematomas ora já cicatrizados e elevar a expressão maravilhosa da palavra... VENCI!

Acredite... o resultado final do despertar total é a liberdade do sofrimento pessoal, clareza de espírito, alegria sem limites, paz interior e a capacidade de viver uma vida incrivelmente gratificante. O estado desperto contém tudo o que sempre desejamos e muito mais...

QUAL ESTÁGIO DESSA JORNADA VOCÊ SE ENCONTRA?

Como disse, tudo está dentro do que chamamos de “ciclos”. Compreender cada um deles e onde estamos localizados nessa espiral, faz com que tenhamos a capacidade de reconhecer os sinais ao longo da via expressa da consciência, gerando um escudo para as possíveis armadilhas de nossos próprios vícios nomeados também por “cegueira mental”. Uma vez ancorados, nossa sabedoria flui em maior escala e ao invés de pararmos ou patinarmos, passamos a oferecer passos mais largos até que definitivamente levantemos o voo para a tão esperada liberdade de SER.

Sabemos que não existe maneira certa ou errada de acordar - a experiência de cada um é diferente. Somos iguais no físico, mas diferentes em nossas missões, nos tributos e nas moradas áuricas.

A vida é tão quanto a arte... tudo sempre foi e será encantador e perfeito.

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1ª ETAPA - COMEÇANDO A CRESCER

Neste ciclo, estamos no processo mais adormecido e nem mesmo sabemos que estamos dormindo. Estamos acorrentados na consciência do coletivo externo – a massa. Por ela seguimos todas as vibrações com suas regras aliadas as culturas e leis articuladas pelo homem. Normalmente não questionamos a realidade ou buscamos respostas além do necessário para a nossa sobrevivência e manutenção de um estilo de vida. Nossas identidades nos definem e caminhando vamos, dentro da construção da religião, da cultura ou da sociedade, assumindo dentro desses estágios papeis de vítimas ou carrascos.

A programação inconsequente nos comanda e, como resultado enxergamos o mundo em preto e branco - bom e ruim, mulher e homem, sujo e limpo... Um processo ímpar de um modelo rígido ao mundo de acordo com "nossa" programação específica.

Por haver um grande desejo de se enquadrar e ser aceito, nesta etapa, é comum sacrificarmos nossas necessidades e comprometermos nossos valores para recebermos a aprovação e sermos incluídos na sociedade desejada - seja família, cultura, negócios, religião e entre outras de nossa intenção. Qual a nomenclatura para tal? Autoestima! É ela que está ligada a nossa identidade, é ela que oferece a postura executada. É aqui que recriamos a face a ser exposta – a intenção da vítima ou do carrasco. A expressão espelhada nos oceanos de lágrimas ou no guerreiro que sai a frente da cavalaria sem ouvir o “comando maior”. Na busca de seu próprio extermínio (pois sabe que será abatido), insiste porque deseja ser visto, idolatrado e amado.

A ARTE DE CONTROLAR
Como o ego geralmente comanda o show, acreditamos que somos o ego. Neste ciclo, a felicidade é baseada em coisas externas, pois "achamos" que a  felicidade está no controlar a realidade – passamos a manipular outras pessoas, os ambientes e a tudo que se apresenta e assim... elevamos toda essa postura em nome da felicidade e de nossa segurança. Porém, “achamos” que controlamos, porque existe uma parte maior em nós que "não controlamos" e a ela nomeamos de EMOÇÕES!

Nossas emoções são livres e intransmutáveis, elas dominam nossas ações e reações. São elas que fazem nossos vícios caírem por terra a cada momento. De onde vem essa "coisa" que não controlamos? Da seiva que nos nutre, lá no fundinho da consciência.

INICIANDO O DESATAR DO NÓ
Ao sermos traídos pela emoção, nossa mente adentra em uma área conflitante e iniciamos a espiral dos porquês??? Esta pessoa não sou eu - estou vulnerável porquê? Como assim??? Como só vi isso agora??? Porque fui tão isso ou aquilo, ou porque nunca fui???

A partir daí, começamos a "reaprender" que não temos capacidade direta de criar nossa realidade em cima de uma zona chamada egoísmo. E assim, ressurge os primeiros sinais de despertar nesta fase - uma “sensação instantânea” de que há algo mais, ou um indício de dúvida que nos tornam inseguros sobre a vida ou a própria realidade criada e encarcerada.

ACOMPANHE OS CICLOS

 

Bênçãos Plenas

Última modificação emQuarta, 02 Dezembro 2020 04:06
Simone G. Pedrolli

Guia da ascensão em missão da Luz e dos caminhos a transformação da consciência imantada pelos "Decretos Divinos".

Em Sacerdócio pela tradição sagrada, apenas...
Valvett

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