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O Despertar da Consciência - A viagem aos questionamentos

 A JORNADA AOS QUESTIONAMENTOS

As dúvidas vividas no primeiro ciclo começam a se transformar em questões significativas. Os primeiros sinais de movimento do inconsciente para o consciente iniciam o processo da vivência.

No segundo ciclo do “Despertar”, sentimos um desconforto crescente em nossas vidas. Há uma sensação de que algo está errado ou faltando. Começamos a questionar a consciência externa e seus valores, as crenças e leis humanas. Coisas que eram fidelizadas dentro de nossa zona de conforto começam a cutucar nossas mentes, principalmente os tão conhecidos dogmas dentro das religiões e tradições. As respostas não se encaixam, não satisfazem, não proporcionam mais alívio.

Questionamos nossa identidade, mas ainda a mantemos porque devemos continuar a provar nosso valor - não nos conhecemos fora de nossa identidade humana. Quando questionamos os papéis que desempenhamos, sentimos perdidos e até mesmo traídos pelos outros ou pela vida no geral. E aqui nesse estágio, inicia a espiral do julgamento - passamos a culpar a religião, a família, a cultura, o governo ou o mundo por nossos problemas, e até mesmo focamos em pessoas específicas por nossas perturbações.

“Tenho fé, sou praticante e só vivo em perdas”, “Vivo ritualizando e os Deuses, Orixás, Anjos e demônios não me ouvem”, “Sou caridosa, sou amor, sou tudo e não tenho nada”, “O mundo está perdido, está tudo errado, me sinto um grão de areia no deserto”, “Isso é culpa de fulano que não gosta de mim”, “É Karma, vim para sofrer”, “Foi despacho”, “É magia negra”... 

A espiral gira na transferência da responsabilidade a todo vapor e nesse sentido traz o retorno da impotência. Porque? Porque ainda não percebemos que para retomar nosso poder, devemos assumir as responsabilidades. Nesse estágio, passamos de vítima a sobrevivente.

OBS. Não confunda sobrevivência com vivência.

  • Vivência é o estado pleno da atitude própria;
  • Sobrevivência é o estado manipulado - algo está “sobre” nossas atitudes.

Começamos a perguntar: “Quem sou eu? Por que estou aqui?"

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Embora estejamos procurando por respostas, ainda nos apegamos a certas crenças limitantes que nos mantêm escravizados na realidade que conhecemos. Quando tentamos desafiar essas crenças, o MEDO nos traz de volta, mantendo-nos dormindo um pouco mais. Nesse desconforto com a realidade e em nossa busca por respostas, inicia o processo da confusão mental, muitas vezes abrindo portas para a prepotência, ansiedade e até depressão.

Nós “continuamos” sobrevivendo, porém secretamente estamos apenas “cumprindo as regras dos estágios evolutivos”.

À medida que passamos por uma variedade de desafios destinados na ajuda do desertar, o desconforto tolerável se transforma em dor e sofrimento. Dentro de um emaranhado de porquês sem respostas aliados a postura do julgo, a fé e crença tornam-se fracas e fidelizam no momento a nossa realidade no dia a dia.

Infelizmente temos todos os sinais para a jornada evolutiva, mas o desejo de adaptarmos e sermos aceitos no mundo externo ainda é forte dentro da razão consciente, originando o bloqueio de qualquer intenção de nossa libertação. Adentramos no que chamo de "caos interior" – sentimos, sabemos, mas não queremos aceitar porque acreditamos piamente no valor da razão primitiva e achamos que é a hora de expressarmos nossa importância para que sejamos vistos, enaltecidos e inseridos dentro do sistema massivo ao meio em que vivemos.

“Todos conseguem, porque não eu?” “Ou vai ou me acabo de vez...”

Nessa dormência, não lembramos que somos energia, que está em nós o poder da manutenção desse campo magnético.  Energia quando condensa acontece o que? Estoura! Quando esta ação acontece, paramos. E é aqui, que entra a regra da via expressa da evolução – quando não conseguimos fazer, o Universo faz por nós!

Ao adentrarmos no desacelerar físico, a centelha do “Eu Interior (Chama da Vida) abre passagem ao coração e iniciamos sem ainda percebermos, a “aceitação” de que: a felicidade não pode ser encontrada no mundo externo.

O CAMINHO REVERSO
Dentro do quadro caótico da luta insensata a falsa felicidade, começamos a vivenciar os “gatilhos emocionais” – como somos o que vibramos, o que estava ruim começa a ficar pior. O inusitado mostra sua face no destempero da vida, oferecendo situações traumáticas (mais desequilíbrio). Quanto mais gritamos menos somos ouvidos, pior ainda, somos atropelados por atos e atitudes que nos fazem perder a vontade de viver e se não bastasse tamanha tormenta, passamos também a relembrar e alimentar os traumas passados. No geral, as emoções são muito fortes e a sensação de esgotamento e vulnerabilidade são inevitáveis.

Mesmo que estejamos começando a ver o mundo sob uma luz totalmente nova, ainda permanecemos no pensamento preto e branco (talvez mais do que nunca). Não estamos prontos para assumir a responsabilidade por nossas vidas e portanto, fazemos pouca ou nenhuma conexão entre nossos pensamentos e nossas experiências na realidade.

O TIRO DE MISERICÓRDIA
O desequilíbrio do momento é o que? Problemas estão vindo à tona para serem curados e liberados! Nada mais que a Lei perfeita da ação e reação – tudo o que começa tem consequência. Se foi resolvido seguimos, se não? Voltamos, encaramos, libertamos e começamos a andar mais acelerados.

Como o mundo exterior não satisfaz mais nossa fome, a jornada interior está prestes a começar.

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Bênçãos Plenas

Última modificação emQuarta, 02 Dezembro 2020 04:07
Simone G. Pedrolli

Guia da ascensão em missão da Luz e dos caminhos a transformação da consciência imantada pelos "Decretos Divinos".

Em Sacerdócio pela tradição sagrada, apenas...
Valvett

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