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O Despertar da Consciência - A Fase de Resolução

O DESPERTAR ESPIRITUAL EXPERIMENTADO NA VIDA COTIDIANA
O 4º Ciclo é o estágio de resolução onde nosso verdadeiro EU, finalmente ofusca o falso EU.

A jornada nos três primeiros estágios acaba, passamos a vivenciar uma paz profunda na certeza de quem realmente somos - adentramos ao fim das buscas nas respostas dentro dos conceitos primitivos concebidos na Terra. Com os conceitos remodelados, o que resta na mente é sustentado na harmonia e equilíbrio. Aprendemos a dominar a arte do desapego e a colheita, nada mais é que o render ao Poder Superior. Nesse ciclo, passamos a vivenciar o acesso a força interior liberta do controle do Eu materialista. 

A DÚVIDA FOI SUBSTITUÍDA POR FÉ E CONFIANÇA!
Libertamos da velha afirmação que
“acasos existem”

Ganhamos a capacidade na compreensão de que não existe acaso, que passado e presente são distintos e explícitos no sentido de todas as coisas. Reaprendemos que tudo possuí uma ação e reação:

  • Semear a reação é cultivar;
  • Cultivar a reação é colher;
  • Colher a reação é alimentar;
  • Alimentar a reação é compartilhar;
  • Compartilhar a reação é Gratidão;
  • Gratidão a reação é Amar. 

Dentro dessa consciência, instintivamente passamos a ser gratos e a perdoar a todos por tudo, incluindo nós mesmo. A programação inconsciente foi substituída pela consciência e não há mais prisões emocionais ou mentais, mantendo nossos horizontes acorrentados.

Assumimos definitivamente a responsabilidade por nossa vida! Deixamos o estado de julgamento ao mundo externo e a nós mesmo pelas supostas perdas que acreditávamos existir. Ao desacorrentarmos, libertamos todas as “coisas” que foram afetadas por nossos julgamento e expectativas. Não há mais tentativa de mostrar o nosso valor, porque agora provamos de nossa verdadeira essência e como resultado experimentamos o amor-próprio incondicional.

Embora ainda estejamos sozinhos em nossa jornada, nesta fase adentramos em uma conexão profunda com toda a vida.

  • A sensação de solidão ganha a passagem só de ida, conseguimos dissipá-la em todo o nosso universo;
  • A necessidade e o desejo pelos antigos paradigmas de relacionamentos mudaram e não desejamos mais nos enquadrar ou sermos “normais”. Permitimos ser exatamente quem somos, sem precisar da aprovação ou aceitação de ninguém;
  • Não sentimos mais a necessidade de mudar as pessoas, aprendemos a respeitar o ciclo de cada um;
  • Compreendemos o valor do silêncio e os seus pontos positivos, por ele muito fazemos para o nosso bem e quiçá ao meio, silenciando e abrindo passagem para que o Universo Criador trabalhe em sua Verdade Suprema;
  • Provamos a agradável surpresa de ver pessoas próximas a nós realmente despertando;
  • Todos os nossos relacionamentos melhoram e as novas pessoas que entram em nossa vida, estão mais alinhadas com o que somos.

Nesse estágio somos integrados aos nossos insights e desenvolvemos uma maior compreensão na jornada que fizemos, e que estamos fazendo. Ganhamos a real propriedade de ensinar, de ser mentor ou “compartilhar”, não porque sentimos que devemos ou porque precisamos, mas apenas porque esta ação oferece o doce sabor da utilidade - apoiar é ser útil. Entretanto, há casos em que não ocorra nenhuma inclinação, haja vista que cada irmão possuí seus preceitos distintos, porém em todas as ações a condição de responsabilidade ao que se está executando é distinta.

Aos que assumem o papel de mentor ou sacerdote, os mesmos tem a ciência que não são responsáveis pela jornada de seus aprendizes, mas reconhecem a seriedade da missão na transmissão de seus conhecimentos. Reaprendem que tudo e todos que a ele venha, nada pode ser levado para o sentimento pessoal mesmo que tenha vínculos afetivos. A consciência é elevada na certeza que: jamais o comportamento externo deva influenciar algum efeito em sua mente, porque a liberdade é a chave que conduz todos os pergaminhos, inclusive o próprio.

Durante este ciclo, mantemos as práticas espirituais e meditações, mas a razão não é como nos ciclos passados – não estamos tentando chegar a algum lugar ou realizar algo. Praticamos porque sentimos bem, porque sabemos agora que é uma expressão natural da vida, e por ela experimentamos o aumento da intuição e a capacidade de acessarmos a inteligência infinita - como se tivéssemos uma linha direta para as informações ilimitadas. Informações estas que nos levam ao balanço de si na percepção de que “somos autênticos”, que mesmo libertos do controle do ego degenerativo, nossa essência não foi perdida na jornada do despertar. Conscientizamos que a nossa personalidade não é a mesma, porém não adentramos aos porquês em função da paz que estamos sentindo em nosso interior.

A VIVÊNCIA DO MOMENTO

Ao fazermos as pazes com a compreensão, aprendemos que a vida terrena não é composta de horizontes norteados por expectativas de um futuro. Como resultado, tomamos para si que é fácil viver no momento presente. Nosso amor pela vida e por todos os seres vivos, transborda incondicionalmente em gratidão e apreço em um estado comum de ser. Não sentimos falta dos velhos conceitos, pelo contrário, ganhamos pleno conhecimento que dentro de tudo e de todos, existe amor – eis o brindar da aceitação aos valores verdadeiros a paz em unidade.

Realmente não há pensamento da busca a felicidade em um futuro, porque não precisamos mais de nada para nos fazer feliz no amanhã. Percebemos que o segredo da felicidade é viver o “momento”. Nessa analogia reconhecemos as dificuldades de outrora onde por incoerência assassinamos o presente, valorizamos o passado e corríamos atrás do futuro. Simples a regra percebida...

SEM VIVÊNCIA NÃO TEM EXPERIÊNCIA 
Ou encara e busca na solução do agora, ou viverás no amanhã a mesma história!

Apesar de aprendermos a dominar nossos pensamentos e valores, surpreendentemente percebemos que podemos não ter desejo algum de mudar nada em nossa vida. Embora experimentemos uma gama completa de emoções e sensações, elas não mais governam ou controlam nossas escolhas ou relacionamentos. Quando começamos a sentir essas reações, a princípio achamos que estamos esfriando o nosso coração, mas não é! Simplesmente estamos integrados com o Eu Superior que nos coloca em uma posição além da falsa felicidade, além da falsa razão, além dos falsos sonhos e expectativas, além da zona de conforto. Estamos sim, dentro de si em pleno vapor aos valores próprios e respeito para com o mundo externo reconhecidos - em tudo e por tudo, vivendo os momentos em absoluta realidade.

Por esta integração, somos gratos ao nosso “eu adormecido” do passado ... adentramos em gratidão ao Universo Criador pela força vibrada, e a nós pela coragem e perseverança ao trilhar esta brilhante jornada. Valeu a pena!

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Bênçãos Plenas

Última modificação emQuarta, 02 Dezembro 2020 13:43
Simone G. Pedrolli

Guia da ascensão em missão da Luz e dos caminhos a transformação da consciência imantada pelos "Decretos Divinos".

Em Sacerdócio pela tradição sagrada, apenas...
Valvett

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